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Tudo o que Daianne Luna queria era se aventurar em meio a uma subida nas pedras na praia da Conceição, em Fernando de Noronha, onde trabalha, mas a ousadia acabou em uma queda. “Infelizmente uma das pedras me ‘enganou’, não estava presa. Tentei mexer para cima e para baixo, ela não moveu um centímetro, quando sentir a firmeza, a segurei e soltei a da outra mão, para minha surpresa, ela não estava firme. Foi chão na hora, caí pra trás, graças a Deus não bati cabeça, nem coluna, de início, senti muita dor no pé direito’’, como conta ela em sua conta do Instagram.

Logo em seguida, lá estava no hospital, sem fraturas. No dia seguinte, Daianne faria uma viagem para Recife para ter um aprofundamento melhor da lesão, o que seria mais complicado de fazer na ilha. Mas como? Sozinha, machucada com todas aquelas malas.

A Companhia Aérea Gol, no entanto, disponibilizou prontamente uma cadeira de rodas para transitar no aeroporto, outra para subir as escadas do avião e até mesmo um funcionário para auxiliá-la no momento de sua chegada em Recife. “A funcionária Bruna, já se prontificou a solicitar cadeira de rodas, os funcionários do aeroporto me ajudaram passar pelo raio X, onde segui para sala de embarque. Logo outro funcionário da GOL, o Gabriel, pegou outra cadeira, específica para subir as escadas do avião. Subiu comigo, e me auxiliou até o assento. A comissária de bordo até sugeriu trocar de poltrona para que eu ficasse mais confortável’’, conta.

Como qualquer outra pessoa normal, Daianne ficou realmente preocupada durante todo o voo, afinal sua mobilidade não estava do jeito que deveria. A ansiedade em relação a seu desembarque era outro problema que ela teria que enfrentar. “Não parava de pensar em como iria retirar minhas malas da esteira”, disse.

Quando finalmente aterrissaram, ela permaneceu no assento até todos se retirarem. “Enquanto isso, o comandante da aeronave, saiu da cabine e sentou ao meu lado, super simpático e prestativo, questionou o que havia acontecido comigo. Me desejou melhoras e me permitiu conhecer a cabine.

Enquanto isso, outro funcionário da cia, chegou com a cadeira para que eu fosse até a saída do aeroporto. Disponibilizaram um funcionário para me encaminhar até a saída”, revelou. E na hora de pegar suas malas na esteira, todas estavam perfeitamente separadas e o funcionário tratou de colocá-la em um carrinho para ajudá-la.

É claro que Daianne nunca na vida imaginaria que receberia um tratamento como esse, afinal é algo que, infelizmente, não estamos acostumados nos dias de hoje. “Me surpreenderam positivamente, fizeram com que minha viagem fosse a melhor de todas que já havia feito antes, mesmo com a saúde 100%”, é o que diz a jornalista. Não é a toa que um atendimento humanizado faz toda a diferença no nosso dia a dia, por mais simples que ele aparente ser. “Conquistaram meu respeito. E sou eternamente grata a equipe de Campeões que a Gol escalou para seu time”, conclui ela.

E você? Já passou por um atendimento como esse em algum lugar? Conta pra gente! Boraencantar!