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Quantas pessoas por aí já não reclamaram de ter que ouvir crianças birrentas chorando pelo shopping, avião, etc? Exato, muitas.

E nenhuma delas sequer já chegou a propor algum tipo de ajuda, já que, como sabemos, o papel de uma mãe pode ser realmente desgastante, ainda mais quando estão em áreas públicas. E geralmente é assim para a administradora de empresas, Catharina Lirya, mãe de um menino de um ano.

Assim que entrou em uma loja com ele, em um primeiro momento, o garotinho parecia se comportar com ela o carregando no colo. Inclusive, a atendente nem chegou a dar confiança, talvez por estar com ele, como acredita Catharina. Diante disso, ela se direcionou para outra loja e foi aí que a coisa desandou!  

“Então, eu saí e fui em direção a essa loja… Como deixei meu filho ir andando… quando chegou na outra loja e eu precisei pegar ele de novo (por causa dos produtos que ficam muito baixos), foi ai que começou a cena! Se jogou pra trás, gritou, porque queria ficar no chão… Eu fui ver lembrancinha para o dia do professor, então jamais ia deixar no chão com medo que quebrasse algo”, revelou.

E foi aí que ela percebeu um dos atendentes olhando para eles, e de repente, ele se aproximou oferecendo água para seu filho. Após recusar, ele continuou conversando e sugeriu que Catharina o deixasse no chão. “‘Então deixa ele no chão’, ele disse e eu falei: ‘Nem pensar… ele vai bagunçar tudo’ e ele: ‘Eu arrumo’’’. Confusa, ela achou estranho tudo aquilo, mas quando o homem se ofereceu para pegá-lo no colo, ela aceitou. Poucos minutos depois, ele foi com o menino na sessão de shampoo e pegou um que imita carrinho, sentando-se no chão junto ao garotinho.

Abismada, a mãe ficou mais do que agradecida pela atenção do atendente com seu filho, diferente dos outros que tendem a olhar para crianças pequenas só quando estão quietinhas e calminhas, mas se distanciam quando a choradeira começa.

Para Catharina, o máximo que já fizeram foi dizer ‘calma, bebê’. Mas “nunca sentar no chão para brincar com a criança, nunca tinha passado por isso’’, como ela mesmo diz. E sem falar que, para seu espanto, o atendente que teve todo esse cuidado nem tinha filhos. Era só uma questão de um humano para outro humano. Simples assim

Atendente pega filho de cliente no colo

Para Catharina, assim como provavelmente para todas as mães, esse tipo de atendimento é mais do que necessário, é uma questão de empatia e carinho que fazem toda a diferença, não é mesmo?!

No fim, ela chegou até a fazer o cartão da loja, o que nunca tinha feito em nenhum outro lugar antes, apenas porque sentiu um tratamento completamente diferente.

“O mundo precisa de mais pessoas assim! Eu fiquei tão feliz! Ele, o atendente – Cassiano, é novinho, sem filhos, poderia só olhar como todos fizeram, mas ele decidiu que iria ajudar. E a gente como mãe/mulher se sente bem mal de não conseguir conduzir a situação… Ele foi uma benção!”, revela.

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