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Funcionário de Supermercado da aula de empatia em atendimento a deficiente visual

Funcionário de Supermercado da aula de empatia em atendimento a deficiente visual

Como você imaginaria um atendimento entre um funcionário e um cliente deficiente visual? Talvez um pouco complicado?

Não para o funcionário João Lucas Haydou. A cena toda foi registrada por Maurício Luiz dos Santos, um dos clientes do Atacadão de Praia Grande. Assíduo, ele estava fazendo suas compras normalmente por lá quando percebeu um deficiente visual sendo acompanhado por um funcionário – João Lucas.

“Nunca havia presenciado esse tipo de atendimento naquele mercado e achei interessante. O que me chamou a atenção não foi o simples fato do atendimento. Colocar os produtos no carrinho qualquer um poderia fazer., afinal o rapaz falava o produto que procurava e o funcionário ia com ele até o corredor para mostrar as opções”, conta Maurício.

Mas havia algo de diferente naquele atendimento que ele não podia deixar de notar. “O funcionário tinha um diferencial porque ele não economizava  nos detalhes do produto. Não falava apenas do preço,  ele deixava o cliente tocar, cheirar,  apalpar a textura,  sentir o tamanho, o peso enquanto falava das marcas,  as mais conhecidas, as mais procuradas, custo benefício afinal nem sempre o produto mais caro é o melhor”, diz.

Segundo Maurício, João fazia isso tudo sorrindo, sem demonstrar em momento algum que aquilo era uma obrigação e que ele queria se livrar logo, pelo contrário, “ele repetia as informações sempre que o rapaz tinha alguma dúvida e no final, não influenciava na decisão. Deixava que o rapaz reunisse o máximo de informações para depois tomar a decisão final, usando os outros sentidos como olfato e tato. Achei muito legal”, revela.

Para o cliente, existem pessoas com uma certa sensibilidade não só com pessoas com deficiência, mas também para a honestidade e para caridade. Porém, é algo que nós praticamente não vemos mais no dia a dia. Essa gentileza que tanto prezamos, infelizmente, não é tão fácil de se ver.

Ver esse tipo de atitude renova em nós a sensação de que a humanidade tem jeito, nem tudo está perdido e que vale a pena investir nas pessoas. Porque isso é contagioso… O bem que você vê ou recebe acaba sendo repassado de você pra alguém e assim por diante.  Eu acredito nisso. Por isso compartilhei e falei com outras pessoas,  tentei  mostrar que vale a pena ser gentil, vale a pena acreditar nas pessoas, vale a pena trabalhar com excelência mesmo que ninguém reconheça, tipo, quando você planta coisas boas, coisas boas voltam pra você, conta.

João Lucas, funcionário do Atacadão Praia Grande

E não é que esse é o mesmo pensamento de João?

Para o atendente de 22 anos, ele não fez mais do que sua obrigação, afinal é dever dele poder ajudar qualquer cliente que apareça com alguma dificuldade. Levando em conta que seu começo de vida também não foi nada fácil, João tem a ideia fixa na cabeça de sempre dar sua total atenção e ajuda para quem mais precisa.

Com a separação de seus pais, ele relembra que aos sete anos de idade foi expulso de casa pela mãe, vivendo com seu pai desde então. Passou por diversas cidades antes de chegar em Praia Grande onde conseguiu o emprego no Atacadão. Com um filho recém-nascido, ele estava realmente precisando da oportunidade. E foi lá que aprendeu muito sobre atendimento ao cliente.

Apesar de já ter passado por diversas situações diferentes durante sua vida, João passou por treinamento no Atacadão. “Assim que eu entrei no Atacadão, a empresa me orientou não só com clientes especiais, mas com os clientes no geral também. A gente tem que tratar todos não só como clientes, mas como uma família”, conta ele.

E foi lá que, em uma plena terça-feira, tudo aconteceu: O homem, precisando de ajuda, a recebeu de João que atendeu seu pedido em relação a um suco de garrafa.

“Fui dando na mão dele, explicando que sabor que era, a validade, qual era o mais em conta. Ele perguntava pra mim qual era o melhor e eu explicava pra ele’’, revela.

O funcionário sabia, desde o início, que era essencial ser mais do que atencioso com um cliente especial como era o caso. Porém, ele entende que o ‘jeito para a coisa’, ter essa atenção e paciência, varia de pessoa para pessoa. “Acho que no dia a dia é um pouco difícil. Mas eu creio que eu não seja a única pessoa que tenha essa paciência. Eu acho que várias pessoas também tem, sabe? É só ter paciência e ser humilde. Não é só ter paciência, porque não adianta você ter a paciência e não ter humildade. Porque a humildade é fundamental. A gente nunca sabe o dia de amanhã”, revela.

João ajudando o cliente

Em relação a toda a repercussão que teve, João se declarou mais surpreso pelo fato de um ato simples como aquele ter sido tão ‘falado’ do que pela ação que ele teve em si. “Quem me conhece, depois da repercussão que teve, não ficou surpreso por causa da minha atitude. Pelo contrário, eles já sabiam que eu era daquele jeito. Eles falaram ‘tá vendo, eu avisei que Deus ia te abençoar um dia por tudo o que você vem fazendo’, sabe? E aquilo foi uma coisa que veio de mim, não foi tipo ‘ah, não, a pessoa é especial, vou ter que ser mais atencioso, vou ter que ficar mais tempo’. Não, é uma coisa minha, sabe? Eu sei lidar com as pessoas. Todo o tipo. Não importa a deficiência ou se é uma pessoa sem deficiência. Como eu tratei o deficiente eu trato qualquer outro, sabe? Foi uma coisa normal de dia a dia”, declara.

Para João, o mais incrível após ter sido flagrado durante aquele atendimento foi perceber que aquele mesmo cliente que já vinha fazer as compras no Atacadão há algum tempo e sempre comprava dois ou três produtos, com ele, fez praticamente a compra do mês. “Ele veio com o carrinho cheio pela paciência que eu tive, pela educação, pelo carinho, né?”, diz ele.

Pela repercussão em si, João se chateia apenas pelo fato de esses atos não serem mais corriqueiros.

Eu sou o que sou. Não importa se é dentro da empresa ou fora da empresa. Então eu não fiquei surpreso, eu fiquei surpreso pela repercussão, porque foi um ato simples. Eu fico até meio chateado, porque todos deviam fazer isso, eu acho, né? A gente não sabe o dia de amanhã. Então quando eu vi aquele cliente eu não imaginava ele como um cliente apenas, eu pensava que podia ser um irmão meu, um tio meu, um vô meu, sabe? Alguém próximo a mim. Eu pensava que podia ser um familiar pedindo ajuda pra alguém”, revela.

Realmente um atendimento que todos merecem ter, não é mesmo?! Para João, isso é fato.

Como eu falei desde o começo: a gente não sabe o dia de amanhã. Se uma pessoa deficiente, como é o caso dele, pediu uma ajuda e você não ajudar, amanhã pode ser você essa pessoa deficiente. Amanhã pode ser que você que esteja precisando dessa ajuda e você lá atrás não ajudou essa pessoa. Então, fruto bom a gente colhe lá na frente. Uma oportunidade muito grande. Eu aprendi muito com esses atos, sabe? Muda muito tanto a pessoa que ajuda quanto a pessoa que tá sendo ajudada”, conta.

Um outro bom exemplo aconteceu no Assaí Atacadista de Jandira, em São Paulo, onde uma outra cliente, Karollyne Ferreira, presenciou uma cena emocionante.

Ela relatou tudo em  uma postagem “Sou cliente do Assaí e costumo sempre fazer compras no início do mês, que é quando as unidades estão com grande fluxo de pessoas (…). Presenciei essa funcionária da foto, junto a uma cliente que possui deficiência visual, a mesma estava fazendo compras, e a funcionária estava auxiliando e guiando o carrinho de compras… A funcionária descrevia TODOS os itens do corredor, especificando MARCAS e VALORES, inclusive as vantagens de comprar em atacado ou varejo… Isso foi SENSACIONAL!!! Eu nunca vi isso em lugar nenhum, inclusive trabalho com PCD’s e acompanho as limitações do dia a dia deles, e acho incrível quando eles encontram anjos no caminho com tanto amor e prazer em ajudá-los. Gostaria de parabenizar essa atitude dessa funcionária, que inclusive tomei a liberdade em pegar o nome em seu crachá, DENILZA DIAS, uma fofa, atenciosa e um ser humano INCRÍVEL!”, contou.

Denilza auxiliando a cliente nas compras

Apesar de esses atendimentos serem bastante raros, sempre existem pessoas do bem com essa capacidade de transformar o dia dos outros.

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Atendente de cinema se aproxima de garotinho autista e o conquista com gesto encantador

Atendente de cinema se aproxima de garotinho autista e o conquista com gesto encantador

Ter um filho é uma tarefa árdua (e muito gratificante). Desde a gravidez, estamos sempre procurando o melhor para ele, e com Vanessa Freire não foi diferente. Seu querido filho Benjamin, de dois anos, foi diagnosticado com autismo quando tinha um ano e oito meses.

Essa foi uma notícia que deixou Vanessa e o marido preocupados, mas não os fez desistir, pelo contrário, juntos eles foram atrás de terapias e de muita leitura para entender melhor sobre esse ‘mundo’.




“Cada autista é diferente um do outro, assim como nós! Cada um tem sua característica! Então os livros ajudam sim, mas não quer dizer que eles são carimbos idênticos!  Então nosso aprendizado é no dia a dia!” conta Vanessa

Desde então, Vanessa revela que Ben melhorou muito passando por fono, hidroterapia, terapia ocupacional e psicólogos. “Ele passou a falar (pouco ainda…. mas temos fé que cada dia mais vai se superando), suportar mais sons, luzes…”, conta. Mas, de qualquer forma, o menino já tem interesses bem definidos, como animais marinhos, por exemplo.

Não é à toa que era um cartaz do Aquaman no qual o garotinho estava interessado quando seus pais o levaram ao Cinemark de Juagardem, Shopping em Juazeiro, Bahia. A família, que é de Petrolina, preferiu ir lá por ser mais tranquilo e menos cheio.

Segundo os pais, desde que o cartaz foi colocado, Ben logo se aproxima para ver bem de pertinho. Aparentemente, ele fala os nomes dos animais em português e em inglês, o que surpreendentemente chamou atenção de alguns funcionários.

O que ninguém esperava, porém, era que em algum momento, um deles, tentaria se aproximar do garoto. O rapaz Gabriel, como conta Vanessa, já tentou falar com ele, perguntando o nome dos animais.

Ben respondia, do jeito dele, de longe, sem dar muita atenção. Contudo, em algum momento algo mudou. Gabriel tentou brincar com ele, mas Ben claramente não queria interação. Apesar das insistências do funcionário, nada parecia funcionar.

Mas foi aí que ele teve uma ideia que surpreendeu a todos: percebendo a forte ligação do menino com a irmã, Marinna e vendo o interesse dele em ver os dragões de um cartaz, Gabriel foi atrás da garota, pegou na mão dela e disse: ‘Vamos, Marinna, olhar os dragões’.

“Benjamim vendo aquilo, percebeu que podia confiar nele, já que a sua irmã foi junto. Então Benjamim foi ao encontro deles, que fingiram não vê-lo e continuaram conversando. Como os dragões estavam altos, Benjamim pediu a Gabriel que pegasse no colo.

“Naquele momento, eu só pensei em pegar o celular e fazer a foto pra mostrar ao meu marido! Foi emocionante ver que Benjamim foi com um desconhecido, e confiou… suportou o toque de um estranho! Me emocionei ao ver que um estranho tentou, tentou e tentou até conseguir! Depois que saiu do braço do funcionário eu pedi que ele desse tchau, ele deu… e entramos no cinema! Nesse dia pela primeira vez ele conseguiu assistir ao filme do começo até quase o finalzinho! Grande evolução!”, conta Vanessa.

Para a mãe, o que fez com que Ben cedesse foi a persistência do funcionário, sem exageros, sem forçar a barra, deixando as coisas rolarem no tempo dele.

Sem falar, é claro, da perspicácia dele em ir atrás da irmã para conquistar a confiança do menino.

“Depois do post [Vanessa publicou um post sobre o atendimento do Cinemark nas redes sociais], uma mãe me chamou no direct e falou que seu filho de 9 anos amava filme, mas por ser autista ela nunca tinha levado ao cinema e que depois daquilo iria tentar! Uma semana depois veio me contar que levou… No começo a criança teve medo, mas depois ficou até o fim! Aquilo me emocionou! Me mostrou que estamos no caminho certo em mostrar as evoluções de Ben pois isso encoraja outros pais de autistas a encararem o mundo duro e fazer nossos filhos felizes!”, revela Vanessa.

Para ela, o mundo precisa de mais “Gabrieis”

Segundo a mãe, é perceptível a falta de paciência e a quantidade de pessoas com falta de conhecimento acerca do assunto, apesar do crescente número de diagnósticos de autismo.

“Temos que mostrar as pessoas como eles agem e como precisam agir para que eles se sintam confortáveis! E é isso que tento mostrar… por isso criei a #benautista para mostrar às pessoas o meu dia a dia e evoluções com Benjamim! Afinal esse mundo também é novo pra a gente! Eles precisam de um mundo que seja PACIENTE, educado, E DE PESSOAS MENOS JUIZES, SABE!? Que julguem menos o comportamento! Que tenham empatia e se coloquem no lugar do outro! Nossa frase é: ‘cada conquista, mínima que seja, vai ser sempre comemorada como um primeiro passo na lua!’”, conta.


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Vendedor compra celular roubado para devolver aparelho à dona

Vendedor compra celular roubado para devolver aparelho à dona

Gabriel Pereira é funcionário de uma loja de revenda e consertos de celulares em Itaguaí, cidade carioca integrante da Região Metropolitana. Ele conseguiu devolver o celular furtado de uma mulher (duas semanas após ela ter sido covardemente assaltada), comprando o aparelho do próprio ladrão.

Não, vc não leu errado. Ele ficou desconfiado de uma cliente que apareceu na loja querendo vender um iPhone por meros R$ 50. Tudo ficou ainda mais suspeito quando ela afirmou que o aparelho estava em perfeito estado físico, apenas bloqueado e sem chip.

O vendedor decidiu então comprar o celular e convencido de que ele havia sido roubado, divulgou o caso em diversos grupos e páginas do Facebook, na esperança de encontrar o verdadeiro dono do smartphone.

Na loja em que Gabriel trabalha, a Bazonicell, há uma regra que proíbe todos os vendedores de comprar telefones bloqueados ou com notificações de rastreamento ativadas. Assim que viu o plano de fundo do celular, ele precisou abrir uma exceção em prol de um bem maior.

“Nesses casos, é quase certo que são roubados e é o nome da loja que vai estar em risco. Porém, quando vi a foto no plano de fundo, tive a sensação de que já conhecia o casal que estava na imagem. Com a foto eu sabia que havia mais chance de alguém nas redes sociais conhecê-los”, relatou.

O post original de Gabriel no Facebook, relatando o caso e pedindo ajuda acabou viralizando, recebendo mais de 1000 reações e 600 compartilhamentos. Tamanha repercussão fez chegar a publicação aos olhos de Tsukimara Kesllen, a verdadeira dona do iPhone.

Foi tudo muito rápido: apenas uma hora após o post ter sido publicado, Kesllen já havia descoberto o paradeiro de seu aparelho, e rapidamente entrou em contato com o vendedor. Moradora de Itaguaí, no mesmo dia foi até a loja de reparos e recuperou seu iPhone.

Bastante agradecida, a jovem tirou fotos com Gabriel e usou suas redes sociais para agradecê-lo imensamente pela sua boa ação e caráter.


Foto: Reprodução / Gisele Barros

“Hoje consegui resgatar meu celular que foi roubado há 2 semanas. Gabriel é uma pessoa de ótimo caráter e bom coração e teve a atitude de me devolver o celular. Ainda existem pessoas honestas nesse mundo, e esse rapaz mostrou isso! Obrigada a todos que compartilharam para chegar até a mim, e aos amigos que me marcaram também!”, escreveu Kesllen.

Gabriel disse que foi integralmente reembolsado com o dinheiro que gastou na compra do aparelho roubado, e que Kesllen aproveitou sua ida à loja para adquirir um carregador novo, já que o anterior também havia sido lamentavelmente furtado.

O rapaz lamentou que o local onde trabalha não tenha câmeras de segurança, pois, com o auxílio da captação de vídeo, poderia identificar a mulher que lhe vendeu o celular e outros dois homens que a acompanhavam.

“De todo jeito, foi muito gratificante ajudá-la e fiquei muito feliz com o final da história. Recebi vários relatos de gente que teve o celular roubado e deu a mesma sorte de recuperá-lo. Ainda existem pessoas do bem!”, comemorou Gabriel.

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Problema telefônico vira amizade entre cliente e atendente

Problema telefônico vira amizade entre cliente e atendente

Thayná Cristine, 21 trabalha como Customer Success na Encanto em São Paulo, e atua diariamente no atendimento ao cliente. Dentre suas funções, está atender solicitações de clientes que estão problemas envolvendo os serviços de telefonia, desde a abertura do chamado até o encerramento ela acompanha todo o processo.
Em meados de setembro, Jéssica, cliente da Encanto, entrou em contato com a empresa pois precisava alterar a senha de seu gerenciador interno de ligações, que havia esquecido. Ao ligar, Thayná atendeu à solicitação, assumindo a tarefa.
“É um tipo de procedimento que nós, da linha de frente do atendimento, conseguimos fazer na hora,” diz Thayná.

Thayná tem 21 anos e trabalha como Customer Sucess ma Encanto, em São Paulo. Foto: acervo pessoal

Devido a um problema, ela não conseguiu alterar a senha naquele momento, retornando algumas horas depois. Na segunda ligação, Thayná conseguiu iniciar a solicitação de troca de senha do gerenciador. Enquanto isso, ela e Jéssica começaram a conversar de forma descompromissada.

“Ela era super simpática, bem receptiva. Pedi pra ela entrar no comando de configuração do aparelho, e então comentei que a senha provisória do aparelho (antes de Jéssica colocar uma nova) era a data do meu aniversário.”

Jéssica ficou curiosa e perguntou quando era o aniversário de Thayná. “Ela deu risada quando soube que a senha era a data do meu aniversário, e eu disse que era em 21 de julho,” relembra. “Daí eu perguntei quando era o aniversário dela, e ela me disse que seria no dia 15 de outubro,” diz Thayná.

Em tom de brincadeira, Thayná perguntou para Jéssica o que ela gostaria de ganhar de presente de aniversário, que seria em alguns dias.

“Uma ligação sua cantando ‘parabéns’ em inglês!”, sentenciou Jéssica. 

“Entendi, entendi… Talvez seja melhor eu cantar parabéns em russo ou alemão, você não acha? Uma língua mais difícil. Inglês é muito fácil, e qualquer um sabe cantar!”, brincou, Thayná.

A brincadeira não acabou por aí, já que Thayná disse que provavelmente cantaria o “parabéns pra você” em russo para Jéssica.

“Não sei como faria isso, já que eu não sei o idioma russo, menos ainda cantar ‘parabéns pra você’ nessa língua,” relembra aos risos.

Alguns dias depois, ela voltou a entrar em contato com Jéssica devido à abertura de um novo chamado.

“Em alguns momentos da ligação ela me lembrava da data de aniversário dela, que seria em alguns dias, e eu, meio sem jeito, fingia ter esquecido, apesar de saber exatamente que dia seria. Já estava planejando, queria fazer algo legal pra ela, surpreende-la! Mas não queria demonstrar pois era para ser uma surpresa,” relata Thayná.

Próximo do grande dia, após algumas semanas com a ideia martelando em sua cabeça, a jovem combinou com sua equipe de trabalho de fazer um vídeo cantando “Parabéns” para Jéssica em inglês. 

“A gente tem um colega aqui, o Jhony Daniel, que convidamos para participar do vídeo e ele topou na hora. Tinha um vídeo anterior dele cantando ‘parabéns’ em inglês que nós assistimos e achamos o máximo, super engraçado. Aí organizamos como seria o vídeo e gravamos ele com uma parte da equipe cantando ‘happy birthday to you’, ficou hilário,” conta Thayná.


Thayná e seus colegas de trabalho gravam o vídeo para Jéssica, do jeitinho que ela pediu… ou nem tanto. Imagens: acervo pessoal

No vídeo enviado a cliente, Thayna começa a cantar a canção em português, mas logo é ‘repreendida’ por Jhony, que reinicia a canção em inglês. Um inglês um tanto… diferenciado.

Depois de gravar, finalmente, no dia 15 de outubro Thayná enviou o vídeo e um texto de feliz aniversário para o WhatsApp de Jéssica e então, aguardou sua reação.

Curiosamente, Jéssica visualizou as mensagens, agradeceu pelo texto, mas não assistiu o vídeo. Dois dias depois, ela ligou para Thayná para agradecer a ela por ter se lembrado de seu aniversário. A moça então perguntou se Jéssica havia assistido o vídeo, ao que ela respondeu que não.

“Ela assistiu o vídeo enquanto estava na linha comigo e gostou muito, ficou bastante emocionada e feliz, queria me mandar chocolate e eu disse que não precisava (risos). É uma pessoa muito receptiva – para brincar, conversar, – enfim, Jéssica gostou muito,” disse Thayná. “Ela não tinha percebido que tinha um vídeo na mensagem, e até se desculpou por isso.”

Após assistir o vídeo, Jéssica disse a empresa onde a jovem trabalha fazia jus ao nome – Encanto, – porque ela se sentiu encantada com a gentileza e por fim, citou o fato de que Thayná, mesmo tão distante dela, se lembrou de seu aniversário, enquanto um amigo bem próximo dela, não.


Jéssica agradece a gentileza de Thayná e seus colegas. Imagem: acervo pessoal.


“A cada abertura de chamado, e a cada novo atendimento, acabamos conversando bastante e conhecemos muito uma da outra. Indicamos livros para leituras futuras e até conversamos sobre o que cada uma acredita pessoalmente. Uma amizade bem bacana surgiu a partir daí,” disse Thayná, falando sobre os dois primeiros meses de amizade. “Jéssica é muito simpática, alegre, comunicativa, educada, cheia de boas vibrações, e fala sobre assuntos legais,” conclui, bem-humorada.


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Atendimento humanizado em UPA é elogiado nas redes sociais

Atendimento humanizado em UPA é elogiado nas redes sociais

“Por que não há outros médicos como o Dr. Davi? Acredito que haja outros por aí, que as pessoas esquecem de agradecer e enaltecer. Temos uma grande tendência a só reclamar e nunca agradecer.”

Atender bem não é apenas ser educado (o que é absolutamente importante), é também ser atencioso, ter empatia e se mostrar realmente interessado em ajudar. Não é todo dia que somos atendidos por profissionais atenciosos e simpáticos por aí, por isso, quando acontece temos que contar!

Principalmente se estamos falando de hospitais públicos, onde a situação anda bem caótica. Quando isso acontece tudo o que podemos fazer é agradecer por essas pessoas surgirem em nossas vidas, afinal nenhum carinho é demais, certo?!

            E, esse foi o caso de Cleide Rocha e Rosane Nakamura, ambas passaram por uma consulta com o Dr. Davi Felitti na UPA Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo. Rosane, que acabou perdendo o convênio médico após uma separação com o marido, levou sua filha Alice para ser atendida lá após a menina ter passado mal, e se surpreendeu com o atendimento ao ver o médico conversando com uma idosa bem debilitada antes de entrar no consultório.

Segundo ela, o Dr. Davi pediu para que ela se apoiasse nele para que entrassem juntos, facilitando sua locomoção.  Para ela, aquele tipo de situação era realmente rara por ali e, pelo que parecia, para todos os outros pacientes presentes. “A forma como o doutor Davi foi até a recepção, falou com aquela senhora, com certeza fez a dor sumir por instantes. Ela chegou com a cabeça prostrada, com muita dificuldade. Quando ele se aproximou dela e disse ‘vem que eu ajudo a senhora’ e foi conversando com ela. Ela ficou tão encantada, que talvez só a conversa já tenha ajudado muito”, conta Rosane.

Link dos post:

https://www.facebook.com/rosane.nakamurasilva/posts/1460615690708696

https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1190861664392031&id=100004046277777

 

Com Cleide não foi diferente. Ela também levou sua filha para a consulta e elogiou e muito o atendimento diferenciado que recebeu. “Atenção, interesse pelo mal apresentado e em dar solução, cuidadoso em explicar o que seria feito, zeloso!! Enfim, ao concur!”, conta. De fato, é algo de impressionar qualquer um, apesar de que todos concordam que não deveria ser assim. Atos como o do profissional Davi deveriam ser corriqueiros, não é?

Rosane, claramente, concorda. “Por que não há outros médicos como o Dr. Davi? Acredito que haja outros por aí, que as pessoas esquecem de agradecer e enaltecer. Temos uma grande tendência a só reclamar e nunca agradecer. Quanto ao restante dos médicos acredito que a pressão, do número de pacientes para atender, a escassez de medicamentos, ferramentas de trabalho, burocracias para exames, para novos atendimentos…tudo isso, tenha adormecido o lado humano deles”

Além disso, ela também acredita que muitos profissionais talvez não tenham recebido um bom preparo para lidar com o ser humano (Acreditamos que o Dr. Davi teve 😉) por isso, se torna um caso atípico.

Veja o vídeo que andou circulando por aí:     https://vimeo.com/235791322

Tudo o que sabemos é que talvez existam muitos outros doutores Davi por aí praticando a empatia e a grande questão é: como fazer para essas pessoas serem cada vez mais vistas pelos outros? Se cada vez mais vermos esses profissionais como eles devem, outros vão seguir o exemplo. Não é a toa que tanto Cleide como Rosana resolveram divulgar a postagem nas redes sociais para mostrar aos outros como um bom atendimento pode surpreender e encantar, fazendo a diferença no mundo.

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