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Vendedor compra celular roubado para devolver aparelho à dona

Vendedor compra celular roubado para devolver aparelho à dona

Gabriel Pereira é funcionário de uma loja de revenda e consertos de celulares em Itaguaí, cidade carioca integrante da Região Metropolitana. Ele conseguiu devolver o celular furtado de uma mulher (duas semanas após ela ter sido covardemente assaltada), comprando o aparelho do próprio ladrão.

Não, vc não leu errado. Ele ficou desconfiado de uma cliente que apareceu na loja querendo vender um iPhone por meros R$ 50. Tudo ficou ainda mais suspeito quando ela afirmou que o aparelho estava em perfeito estado físico, apenas bloqueado e sem chip.

O vendedor decidiu então comprar o celular e convencido de que ele havia sido roubado, divulgou o caso em diversos grupos e páginas do Facebook, na esperança de encontrar o verdadeiro dono do smartphone.

Na loja em que Gabriel trabalha, a Bazonicell, há uma regra que proíbe todos os vendedores de comprar telefones bloqueados ou com notificações de rastreamento ativadas. Assim que viu o plano de fundo do celular, ele precisou abrir uma exceção em prol de um bem maior.

“Nesses casos, é quase certo que são roubados e é o nome da loja que vai estar em risco. Porém, quando vi a foto no plano de fundo, tive a sensação de que já conhecia o casal que estava na imagem. Com a foto eu sabia que havia mais chance de alguém nas redes sociais conhecê-los”, relatou.

O post original de Gabriel no Facebook, relatando o caso e pedindo ajuda acabou viralizando, recebendo mais de 1000 reações e 600 compartilhamentos. Tamanha repercussão fez chegar a publicação aos olhos de Tsukimara Kesllen, a verdadeira dona do iPhone.

Foi tudo muito rápido: apenas uma hora após o post ter sido publicado, Kesllen já havia descoberto o paradeiro de seu aparelho, e rapidamente entrou em contato com o vendedor. Moradora de Itaguaí, no mesmo dia foi até a loja de reparos e recuperou seu iPhone.

Bastante agradecida, a jovem tirou fotos com Gabriel e usou suas redes sociais para agradecê-lo imensamente pela sua boa ação e caráter.


Foto: Reprodução / Gisele Barros

“Hoje consegui resgatar meu celular que foi roubado há 2 semanas. Gabriel é uma pessoa de ótimo caráter e bom coração e teve a atitude de me devolver o celular. Ainda existem pessoas honestas nesse mundo, e esse rapaz mostrou isso! Obrigada a todos que compartilharam para chegar até a mim, e aos amigos que me marcaram também!”, escreveu Kesllen.

Gabriel disse que foi integralmente reembolsado com o dinheiro que gastou na compra do aparelho roubado, e que Kesllen aproveitou sua ida à loja para adquirir um carregador novo, já que o anterior também havia sido lamentavelmente furtado.

O rapaz lamentou que o local onde trabalha não tenha câmeras de segurança, pois, com o auxílio da captação de vídeo, poderia identificar a mulher que lhe vendeu o celular e outros dois homens que a acompanhavam.

“De todo jeito, foi muito gratificante ajudá-la e fiquei muito feliz com o final da história. Recebi vários relatos de gente que teve o celular roubado e deu a mesma sorte de recuperá-lo. Ainda existem pessoas do bem!”, comemorou Gabriel.

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Problema telefônico vira amizade entre cliente e atendente

Problema telefônico vira amizade entre cliente e atendente

Thayná Cristine, 21 trabalha como Customer Success na Encanto em São Paulo, e atua diariamente no atendimento ao cliente. Dentre suas funções, está atender solicitações de clientes que estão problemas envolvendo os serviços de telefonia, desde a abertura do chamado até o encerramento ela acompanha todo o processo.
Em meados de setembro, Jéssica, cliente da Encanto, entrou em contato com a empresa pois precisava alterar a senha de seu gerenciador interno de ligações, que havia esquecido. Ao ligar, Thayná atendeu à solicitação, assumindo a tarefa.
“É um tipo de procedimento que nós, da linha de frente do atendimento, conseguimos fazer na hora,” diz Thayná.

Thayná tem 21 anos e trabalha como Customer Sucess ma Encanto, em São Paulo. Foto: acervo pessoal

Devido a um problema, ela não conseguiu alterar a senha naquele momento, retornando algumas horas depois. Na segunda ligação, Thayná conseguiu iniciar a solicitação de troca de senha do gerenciador. Enquanto isso, ela e Jéssica começaram a conversar de forma descompromissada.

“Ela era super simpática, bem receptiva. Pedi pra ela entrar no comando de configuração do aparelho, e então comentei que a senha provisória do aparelho (antes de Jéssica colocar uma nova) era a data do meu aniversário.”

Jéssica ficou curiosa e perguntou quando era o aniversário de Thayná. “Ela deu risada quando soube que a senha era a data do meu aniversário, e eu disse que era em 21 de julho,” relembra. “Daí eu perguntei quando era o aniversário dela, e ela me disse que seria no dia 15 de outubro,” diz Thayná.

Em tom de brincadeira, Thayná perguntou para Jéssica o que ela gostaria de ganhar de presente de aniversário, que seria em alguns dias.

“Uma ligação sua cantando ‘parabéns’ em inglês!”, sentenciou Jéssica. 

“Entendi, entendi… Talvez seja melhor eu cantar parabéns em russo ou alemão, você não acha? Uma língua mais difícil. Inglês é muito fácil, e qualquer um sabe cantar!”, brincou, Thayná.

A brincadeira não acabou por aí, já que Thayná disse que provavelmente cantaria o “parabéns pra você” em russo para Jéssica.

“Não sei como faria isso, já que eu não sei o idioma russo, menos ainda cantar ‘parabéns pra você’ nessa língua,” relembra aos risos.

Alguns dias depois, ela voltou a entrar em contato com Jéssica devido à abertura de um novo chamado.

“Em alguns momentos da ligação ela me lembrava da data de aniversário dela, que seria em alguns dias, e eu, meio sem jeito, fingia ter esquecido, apesar de saber exatamente que dia seria. Já estava planejando, queria fazer algo legal pra ela, surpreende-la! Mas não queria demonstrar pois era para ser uma surpresa,” relata Thayná.

Próximo do grande dia, após algumas semanas com a ideia martelando em sua cabeça, a jovem combinou com sua equipe de trabalho de fazer um vídeo cantando “Parabéns” para Jéssica em inglês. 

“A gente tem um colega aqui, o Jhony Daniel, que convidamos para participar do vídeo e ele topou na hora. Tinha um vídeo anterior dele cantando ‘parabéns’ em inglês que nós assistimos e achamos o máximo, super engraçado. Aí organizamos como seria o vídeo e gravamos ele com uma parte da equipe cantando ‘happy birthday to you’, ficou hilário,” conta Thayná.


Thayná e seus colegas de trabalho gravam o vídeo para Jéssica, do jeitinho que ela pediu… ou nem tanto. Imagens: acervo pessoal

No vídeo enviado a cliente, Thayna começa a cantar a canção em português, mas logo é ‘repreendida’ por Jhony, que reinicia a canção em inglês. Um inglês um tanto… diferenciado.

Depois de gravar, finalmente, no dia 15 de outubro Thayná enviou o vídeo e um texto de feliz aniversário para o WhatsApp de Jéssica e então, aguardou sua reação.

Curiosamente, Jéssica visualizou as mensagens, agradeceu pelo texto, mas não assistiu o vídeo. Dois dias depois, ela ligou para Thayná para agradecer a ela por ter se lembrado de seu aniversário. A moça então perguntou se Jéssica havia assistido o vídeo, ao que ela respondeu que não.

“Ela assistiu o vídeo enquanto estava na linha comigo e gostou muito, ficou bastante emocionada e feliz, queria me mandar chocolate e eu disse que não precisava (risos). É uma pessoa muito receptiva – para brincar, conversar, – enfim, Jéssica gostou muito,” disse Thayná. “Ela não tinha percebido que tinha um vídeo na mensagem, e até se desculpou por isso.”

Após assistir o vídeo, Jéssica disse a empresa onde a jovem trabalha fazia jus ao nome – Encanto, – porque ela se sentiu encantada com a gentileza e por fim, citou o fato de que Thayná, mesmo tão distante dela, se lembrou de seu aniversário, enquanto um amigo bem próximo dela, não.


Jéssica agradece a gentileza de Thayná e seus colegas. Imagem: acervo pessoal.


“A cada abertura de chamado, e a cada novo atendimento, acabamos conversando bastante e conhecemos muito uma da outra. Indicamos livros para leituras futuras e até conversamos sobre o que cada uma acredita pessoalmente. Uma amizade bem bacana surgiu a partir daí,” disse Thayná, falando sobre os dois primeiros meses de amizade. “Jéssica é muito simpática, alegre, comunicativa, educada, cheia de boas vibrações, e fala sobre assuntos legais,” conclui, bem-humorada.


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Atendimento humanizado em UPA é elogiado nas redes sociais

Atendimento humanizado em UPA é elogiado nas redes sociais

“Por que não há outros médicos como o Dr. Davi? Acredito que haja outros por aí, que as pessoas esquecem de agradecer e enaltecer. Temos uma grande tendência a só reclamar e nunca agradecer.”

Atender bem não é apenas ser educado (o que é absolutamente importante), é também ser atencioso, ter empatia e se mostrar realmente interessado em ajudar. Não é todo dia que somos atendidos por profissionais atenciosos e simpáticos por aí, por isso, quando acontece temos que contar!

Principalmente se estamos falando de hospitais públicos, onde a situação anda bem caótica. Quando isso acontece tudo o que podemos fazer é agradecer por essas pessoas surgirem em nossas vidas, afinal nenhum carinho é demais, certo?!

            E, esse foi o caso de Cleide Rocha e Rosane Nakamura, ambas passaram por uma consulta com o Dr. Davi Felitti na UPA Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo. Rosane, que acabou perdendo o convênio médico após uma separação com o marido, levou sua filha Alice para ser atendida lá após a menina ter passado mal, e se surpreendeu com o atendimento ao ver o médico conversando com uma idosa bem debilitada antes de entrar no consultório.

Segundo ela, o Dr. Davi pediu para que ela se apoiasse nele para que entrassem juntos, facilitando sua locomoção.  Para ela, aquele tipo de situação era realmente rara por ali e, pelo que parecia, para todos os outros pacientes presentes. “A forma como o doutor Davi foi até a recepção, falou com aquela senhora, com certeza fez a dor sumir por instantes. Ela chegou com a cabeça prostrada, com muita dificuldade. Quando ele se aproximou dela e disse ‘vem que eu ajudo a senhora’ e foi conversando com ela. Ela ficou tão encantada, que talvez só a conversa já tenha ajudado muito”, conta Rosane.

Link dos post:

https://www.facebook.com/rosane.nakamurasilva/posts/1460615690708696

https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1190861664392031&id=100004046277777

 

Com Cleide não foi diferente. Ela também levou sua filha para a consulta e elogiou e muito o atendimento diferenciado que recebeu. “Atenção, interesse pelo mal apresentado e em dar solução, cuidadoso em explicar o que seria feito, zeloso!! Enfim, ao concur!”, conta. De fato, é algo de impressionar qualquer um, apesar de que todos concordam que não deveria ser assim. Atos como o do profissional Davi deveriam ser corriqueiros, não é?

Rosane, claramente, concorda. “Por que não há outros médicos como o Dr. Davi? Acredito que haja outros por aí, que as pessoas esquecem de agradecer e enaltecer. Temos uma grande tendência a só reclamar e nunca agradecer. Quanto ao restante dos médicos acredito que a pressão, do número de pacientes para atender, a escassez de medicamentos, ferramentas de trabalho, burocracias para exames, para novos atendimentos…tudo isso, tenha adormecido o lado humano deles”

Além disso, ela também acredita que muitos profissionais talvez não tenham recebido um bom preparo para lidar com o ser humano (Acreditamos que o Dr. Davi teve 😉) por isso, se torna um caso atípico.

Veja o vídeo que andou circulando por aí:     https://vimeo.com/235791322

Tudo o que sabemos é que talvez existam muitos outros doutores Davi por aí praticando a empatia e a grande questão é: como fazer para essas pessoas serem cada vez mais vistas pelos outros? Se cada vez mais vermos esses profissionais como eles devem, outros vão seguir o exemplo. Não é a toa que tanto Cleide como Rosana resolveram divulgar a postagem nas redes sociais para mostrar aos outros como um bom atendimento pode surpreender e encantar, fazendo a diferença no mundo.

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Balconista compra remédio com seu  próprio dinheiro e dá a uma mãe desesperada

Balconista compra remédio com seu próprio dinheiro e dá a uma mãe desesperada

Um atendente de uma rede de drogarias usou da empatia como forma de ajudar o próximo e surpreendeu a cliente com tamanho atoa de bondade, assim como a todos no local em que trabalha.

O relógio marcava 2 horas da manhã quando o Guilherme, 9 anos, teve uma crise de asma e o remédio que toma na bombinha havia acabado.

A mãe do Gui, Patrícia, ficou desesperada. A primeira coisa que fez foi procurar na internet uma farmácia 24 horas, em São Paulo, onde mora com o filho. Sem sucesso, procurou por aplicativos, mas novamente a tentativa foi inválida.

Sua última tentativa foi ligar para uma unidade da Drogaria São Paulo, perto de sua casa. O balconista, Igor, atendeu a ligação e disse que a farmácia não fazia entrega naquele horário. Mas a ligação não terminou ali. “Ele perguntou se era urgente. Eu expliquei o caso e ele quis me ajudar”, contou Patrícia em conversa com a redação.

Igor perguntou se Patrícia faria o pagamento em dinheiro ou no cartão. Patrícia respondeu que faria no cartão, mas o balconista resolveu comprar o remédio com o próprio dinheiro, pois não poderia sair da loja com a maquininha de cartão. Respondeu que estava quase no horário da sua janta e que poderia levar o medicamento para Patrícia nesse tempo.

“Eu falei que não queria prejudicá-lo. Mas ele disse ‘não, a prioridade agora é o seu filho. Vamos fazer o seguinte, o valor do remédio é 35 reais; vou passar no meu cartão. Eu trabalho aqui nesse horário, das 11 horas da noite às 6 horas da manhã. No dia que a senhora puder, a senhora vem e acerta’”, lembra.

Igor passou o valor do remédio no seu cartão e partiu para a casa de Patrícia em sua moto. Dez minutos depois, estava no endereço. Entregou o medicamento do Gui e ainda conversou um pouco com Patrícia.

Patrícia comentou que já tinha transferido o dinheiro do remédio para a conta de Igor, mas o balconista reforçou que ela não precisava se preocupar – o mais importante era a saúde de Guilherme.

“Graças a Deus, depois da primeira respirada, o Gui foi melhorando. Eu fiquei tão grata! Imagina, 2 horas da manhã, uma pessoa que não conhece esse menino se dispôs. Eram 35 reais, mas 35 reais que podiam fazer falta a ele. Eu fiquei tão feliz, que não conseguia dormir.” conta Patrícia, encantada.

Já Igor disse que sua atitude é o que espera que alguém faça por ele e sua família. Segundo Igor, trata-se de uma atitude humana, agiu com empatia. “Eu tenho uma filha de 4 anos e um filho de um mês. Então, numa situação dessas… Eu até falei com a Patrícia, ‘olha, penso da seguinte forma, eu sempre ajudo as pessoas, porque numa situação difícil eu espero que alguma pessoa tenha a iniciativa de me ajudar’. Eu vou ser sincero, não fiz isso como um balconista da farmácia, mas como um ser humano. Como o Igor que é pai, que se preocupa com o próximo.”

Patrícia fez questão de levar o Gui à Drogaria São Paulo para o filho agradecer Igor. Ela sentia que precisava fazer isso. Gui agradeceu e deu para Igor o desenho de um Papai Noel, como se fosse o próprio Igor.

Alguns dias depois, Igor recebeu e-mails da gerência da Drogaria São Paulo, parabenizando sua atitude, vista como um exemplo de atendimento de excelência. “Eles se referem como um atendimento de excelência. Usaram isso como base de um atendimento de qualidade. Primeiro, chegaram e-mails agradecendo, parabenizando. E depois eles usaram a foto em reuniões, foi debatido na diretoria”, contou Igor.

Exemplos como o do Igor, que usou da empatia para se colocar no lugar do outro e surpreendeu fazendo mais do que o esperado, nos mostra que podemos dar muitos finais encantadores para nossas histórias.

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crédito das fotos: Reprodução/Arquivo pessoal

Cachorro destrói sandálias e marca surpreende cliente.

Cachorro destrói sandálias e marca surpreende cliente.

A loja Vizzano surpreendeu a cliente com novo par de sandálias novos.

A Luciana Chaves estava toda contente com suas sandálias novas. Mal sabia ela que essa alegria duraria apenas três dias.

É que sua cachorra, Chloe, com sua extrema fixação pelos calçados de sua dona, não resistiu e acabou “comendo” as sandálias. Luciana até tentou recuperá-las ligando  no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da Vizzano -marca das sandálias- para saber se ofereciam conserto ou algo parecido.

A atendente pediu para Luciana enviar um e-mail relatando o que tinha acontecido com fotos das sandálias, ou o que tinha restado delas. Um tempo depois, a Vizzano surpreendeu a cliente, enviando para Luciana um par novinho das sandálias que Chloe destruiu.

“Para aliviar a barra da Chloe, estamos enviando para você um novo modelo, perfeito para você continuar arrasando por aí”, diz a carta que a marca enviou junto com as sandálias.  

Encantada, Luciana compartilhou a história no seu perfil do Facebook e o post viralizou, com mais de 143 mil curtidas, 16 mil comentários e mais de 28 mil compartilhamentos!

Nos comentários, as pessoas parabenizaram a iniciativa da Vizzano, que, mesmo sem ter nenhuma culpa de Chloe ter destruído as sandálias de Luciana, enviou um par novo para a cliente.

“Nossa to impressionada parabéns mesmo… Vizzano ganhou meu respeito”, “Que bacana! Parabéns por essa empresa ser tão humana e sensível aos problemas de seus clientes” e “Parabéns para a empresa… respeito ao consumidor e amor aos nossos filhos de 4 patas” foram alguns dos comentários.

Confira a publicação:

https://www.facebook.com/luciana.chaves.904/posts/2813411825351166

crédito das fotos: Reprodução/Facebook Luciana Chaves

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