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Porteiro vira sucesso na internet após gesto de gentileza com alunos.

Porteiro vira sucesso na internet após gesto de gentileza com alunos.

Nos deixamos levar pela grande leveza e alegria desse senhorzinho que todos os dias aparece super disposto a cumprimentar todas as pessoas que passam pelo portão da escola particular, em Sinop, a 503 km de Cuiabá, no Mato Grosso. O nome dele? Leônidas Alves Pereira, o porteiro que lá trabalha.

Não é à toa que o sorriso diário dele ganhou o que falar pelas redes sociais depois que o pai de uma aluna, Gledson Geuda filmou toda a cena, impressionado com o bom-humor do homem.

O vídeo foi feito após pedido da filha que revelou ser chamada de ‘campeã’ sempre que passa pelo portão da escola. Segundo o pai, ela pediu para que ele a deixasse sempre naquela entrada, apesar de terem mais três por lá. Tudo para poder ser cumprimentada por Leônidas.

‘Eu achei interessante e fiquei reparando. E, naquela manhã, resolvi gravar para mostrar para as outras pessoas que um simples bom dia pode animar o outro’, revelou Gledson

Ele nunca imaginou, mas já está mais do que famoso com cerca de 6 milhões de visualizações do vídeo. Para Leônidas, é mais do que um prazer poder se sentir próximo a cada uma daquelas crianças, sem falar que ele se sente renovado com cada cumprimento que dá para elas. Parece até que recuperou alguns anos a mais de vida, como ele próprio descreve.

Veja o vídeo gravado por Gledson:
https://www.facebook.com/100000684141077/posts/2282738485092267?sfns=ncl

”A gente não cansa né? Quanto mais você dá bom dia para uma criança ou um adolescente parece que você sente mais renovado. É uma coisa muito boa”, conta Leônidas.

A escola em Sinop funciona em dois períodos e conta com mais de 1.700 alunos, com três portões de entrada. Porém é só por um que a maioria quer entrar, não é mesmo? O que você achou da ação do senhorzinho? Conhece uma história assim? Conta pra gente!


No início do Alzheimer, Dona Aparecida ganha kit de lápis amarelos de marca após mostrar paixão por colorir

No início do Alzheimer, Dona Aparecida ganha kit de lápis amarelos de marca após mostrar paixão por colorir

Dona Maria Aparecida Lacerda Furtado é uma idosa forte, guerreira e uma ‘gigante’, como sua própria neta, Brena Lacerda, a chama. Com seus 80 anos de idade, ela foi responsável pela criação dela, de sua irmã e de, mais tarde, seu irmão mais novo de um um outro relacionamento de sua mãe.

Com sua mãe solteira, a avó, que ficou viúva muito cedo, morou por anos com as netas, cuidando delas com a pensão que recebia, seu salário mínimo. E não foi diferente com a filha de sua irmã, ajudando-a a criá-la também. Dentre seus 7 netos, Brena se diz a mais próxima por ter uma grande afinidade com ela depois de tantos anos morando ao seu lado, recebendo mimos e um carinho infinito. Não é à toa que a vontade, o senso de responsabilidade, em ajudá-la quando ela mais precisa, surgiu.

Esse momento ocorreu em 2017 depois que Brena ficou dois anos e meio fora de casa. Alguns sintomas de demência e de esquecimento começaram a chamar a atenção da família. “Por exemplo, ela chegou na casa da minha mãe depois de uns dois meses sem ir lá e falou ‘nossa, a reforma ficou linda’. Sendo que deve ter uns 15 anos que minha mãe não reforma a casa, sabe? A gente viu que ela começou a ficar confusa com algumas coisas. A gente precisava repetir muitas vezes . Enfim, esses sintomas começaram e a gente entendeu que ela tinha algum tipo de demência e ai já tava fazendo acompanhamento com neurologista”, conta ela.

O diagnóstico, porém, veio só em maio/junho de 2018: um comecinho de Alzheimer. Segundo a neta, ela ainda não faz coisas como colocar o tênis na geladeira ou deixar o despertador na máquina de lavar, etc. “Ela sabe quem nós somos, ela se lembra de muitas coisas. Ela só ta tendo esse problema com a memória curta. E as vezes ela fica confusa. Já é Alzheimer, mas a gente pegou muito no começo. E a gente já está com os remédios para retardar o processo ou para estabilizar, sabe? Para diminuir a velocidade da dimensão da doença”, revela.




Para Brena, não foi uma surpresa o diagnóstico. Se declarando uma pessoa realista e prática, ela revela que não houve muito espaço para sofrimento. “É só assim ‘ok, essa é a realidade. Qual é o próximo passo? O que a gente precisa fazer?’”, diz.

Desde então, a neta tem estado a frente dos cuidados com a avó, voltando a morar na casa de sua mãe, a qual também enfrenta alguns problemas de saúde. Assim, sendo difícil para a mãe ser responsável por sua avó, Brena assumiu a situação para ajudar.

Em relação aos outros familiares, ela revela que têm alguns morando em outras regiões do Brasil, mas que quem mais a ajuda nesse processo é sua tia, esposa de seu tio que mora em Barra Mansa. Como ela trabalha fora, diferente de como era antes, a ajuda de sua tia tem sido essencial.

Mas o que tem ajudado e muito a grande avó Aparecida, é colorir!

Segundo a neta, a tia Rosi, de Minas, que teria dado um livro de colorir pra ela que acabou virando um hábito diário junto a um estojinho de lápis de cor. Todos os dias, por pelo menos 3 horas, lá estava ela pintando.

“Todo momento livre que ela tem ela tá colorindo. Ela colore antes de dormir, ela colore quando acorda. Virou um hábito que a gente alimenta. E aí comentamos com a neurologista e a neurologista falou ‘estimulem, porque isso ajuda com a cabecinha dela, ajuda a exercitar, a estimular o cérebro”, conta.

Antes, era o caça-palavras e agora seu bibelô da vez são os livros de colorir. Porém, algo interessante começou a chamar a atenção da família. Cerca de 80% dos desenhos continham a cor amarela. Dessa forma, dá para imaginar qual é o primeiro lápis de cor que acaba durante os desenhos da avó, não é mesmo?!

Não é a toa que surgiu uma ideia para Brena percebendo o desejo por esse lápis.” O amarelo acaba, a gente compra uma caixa nova e aí ela acaba. E aí no dia que eu decidi fazer aquele post, eu já tinha procurado no mercado livre, eu já tinha ido em umas papelarias da minha cidade, na cidade vizinha… eu já  tinha até esquecido! E aí naquele dia eu estava deitada e ela falou assim ‘eu preciso comprar uma caixa de lápis de cor nova’. E eu ‘vó, você acabou de ganhar uma caixa de 36 cores da Faber Castell’. E ela ‘você viu o tamanho que tá o meu amarelo?’”, é o que conta a neta.

E então lá foi ela, cheia de conexões por todos os lugares, recorreu às redes sociais para conseguir, talvez, uma caixa cheinha de lápis amarelos.

No mesmo dia, os compartilhamentos cresciam e não demorou até que inúmeras marcas recebessem marcações na rede social do Instagram, o que deixou Brena esperançosa.

“E aí no final daquele dia ou no dia seguinte, um amigo me disse ‘olha, eu entrei em contato com a Tris pelo inbox e eles pediram o seu contato. Fala com eles, porque eles não conseguem te mandar um inbox, né. Fala com eles que eles vão ajudar’.

E aí eu falei com eles e foi um atendimento maravilhoso. Eles são lindos, sabe, foi um cuidado muito grande, muito carinhoso”, revela.

Num primeiro momento, Brena imaginou que a avó fosse receber um kit montado para ela comprar, mas o que recebeu foi um presente, um kit realmente grande inesperado junto de uma cartinha assinada por toda a equipe.

Para a neta, ter visto aquele carinho com a sua avó foi simplesmente inacreditável. A avó é uma pessoa muito simples, como ela conta, e o salário mínimo que ganha vai tudo para a compra de seus remédios. Roupas e outras coisas são compradas pela família.

Por isso, não é de se espantar que Aparecida goste de receber alguns mimos de vez em quando. “Ela adora quando alguém faz uma gentileza pra ela, porque ela já fez tanto por tanta gente, né. A gente às vezes é muito ingrato e esquece de quem mais cuidou da gente”, explica Brena.

E olha, a emoção realmente tomou conta não só dela, mas da avó, é claro, e de todos quando leram a cartinha. “Ela disse que tá muito grata, que graças a Deus ainda existem pessoas boas nesse mundo. Que ela não tem palavras pra agradecer. Enfim, ela ficou muito feliz. Não foram muitos os momentos na minha vida em que eu vi a minha vó verdadeiramente feliz, porque ela é uma mulher muito sofrida, sabe?”, conta.

Para Brena, o que falta é as pessoas usarem o poder da internet para o bem do mundo e as empresas se espelharem no exemplo da Tris que gerou uma alegria de uma forma realmente simples.

“Fez a felicidade da minha avó por um longo tempo, porque aqueles lápis vão durar muito tempo. E fez a minha felicidade, a felicidade de todo mundo que viu essa história. Fez a gente acreditar mais um pouquinho que a humanidade tem jeito, que as pessoas têm jeito.Então eu fico muito feliz que a Tris fez isso pela gente e eu espero que tanto eles quanto outras empresas façam isso por outras pessoas. É você mover um pouquinho pra fazer a felicidade de alguém”, conclui ela.

Realmente uma ação como essa merece uma salva de palmas, não é mesmo?! Assim como a avó Aparecida que batalhou e está batalhando cada dia mais. 😉
É isso que chamamos de encantamento de verdade!

E você, tem alguma história de atendimento para nos contar?



Após acidente em praia, cliente recebe cadeira de rodas e atenção especial de companhia aérea em voo para Recife

Após acidente em praia, cliente recebe cadeira de rodas e atenção especial de companhia aérea em voo para Recife

Tudo o que Daianne Luna queria era se aventurar em meio a uma subida nas pedras na praia da Conceição, em Fernando de Noronha, onde trabalha, mas a ousadia acabou em uma queda. “Infelizmente uma das pedras me ‘enganou’, não estava presa. Tentei mexer para cima e para baixo, ela não moveu um centímetro, quando sentir a firmeza, a segurei e soltei a da outra mão, para minha surpresa, ela não estava firme. Foi chão na hora, caí pra trás, graças a Deus não bati cabeça, nem coluna, de início, senti muita dor no pé direito’’, como conta ela em sua conta do Instagram.

Logo em seguida, lá estava no hospital, sem fraturas. No dia seguinte, Daianne faria uma viagem para Recife para ter um aprofundamento melhor da lesão, o que seria mais complicado de fazer na ilha. Mas como? Sozinha, machucada com todas aquelas malas.

A Companhia Aérea Gol, no entanto, disponibilizou prontamente uma cadeira de rodas para transitar no aeroporto, outra para subir as escadas do avião e até mesmo um funcionário para auxiliá-la no momento de sua chegada em Recife. “A funcionária Bruna, já se prontificou a solicitar cadeira de rodas, os funcionários do aeroporto me ajudaram passar pelo raio X, onde segui para sala de embarque. Logo outro funcionário da GOL, o Gabriel, pegou outra cadeira, específica para subir as escadas do avião. Subiu comigo, e me auxiliou até o assento. A comissária de bordo até sugeriu trocar de poltrona para que eu ficasse mais confortável’’, conta.

Como qualquer outra pessoa normal, Daianne ficou realmente preocupada durante todo o voo, afinal sua mobilidade não estava do jeito que deveria. A ansiedade em relação a seu desembarque era outro problema que ela teria que enfrentar. “Não parava de pensar em como iria retirar minhas malas da esteira”, disse.

Quando finalmente aterrissaram, ela permaneceu no assento até todos se retirarem. “Enquanto isso, o comandante da aeronave, saiu da cabine e sentou ao meu lado, super simpático e prestativo, questionou o que havia acontecido comigo. Me desejou melhoras e me permitiu conhecer a cabine.

Enquanto isso, outro funcionário da cia, chegou com a cadeira para que eu fosse até a saída do aeroporto. Disponibilizaram um funcionário para me encaminhar até a saída”, revelou. E na hora de pegar suas malas na esteira, todas estavam perfeitamente separadas e o funcionário tratou de colocá-la em um carrinho para ajudá-la.

É claro que Daianne nunca na vida imaginaria que receberia um tratamento como esse, afinal é algo que, infelizmente, não estamos acostumados nos dias de hoje. “Me surpreenderam positivamente, fizeram com que minha viagem fosse a melhor de todas que já havia feito antes, mesmo com a saúde 100%”, é o que diz a jornalista. Não é a toa que um atendimento humanizado faz toda a diferença no nosso dia a dia, por mais simples que ele aparente ser. “Conquistaram meu respeito. E sou eternamente grata a equipe de Campeões que a Gol escalou para seu time”, conclui ela.

E você? Já passou por um atendimento como esse em algum lugar? Conta pra gente! Boraencantar!


Menina comemora aniversário no McDonald’s e fica encantada com atendimento de funcionário

Menina comemora aniversário no McDonald’s e fica encantada com atendimento de funcionário

Um relato emocionante de Ana Clara Demazzo, de 13 anos, repercutiu nas redes sociais recentemente.

A garota, que mora em Americana, município da Microrregião de Campinas (SP), conta que no dia do seu aniversário de treze anos, pediu ao pai que a levasse depois da missa ao Shopping Tivoli, em Santa Bárbara d’Oeste.

Acompanhada da mãe, do pai, da irmã e do cunhado, deixaram o carro no estacionamento, e logo foram abordados por um funcionário muito simpático.

A primeira vista, parecia ter ido atender exclusivamente a família, tamanho o grau de atenciosidade do rapaz.

Ana queria jantar no McDonald’s e comemorar seu aniversário no estabelecimento.

Curiosamente, o rapaz que os atendeu trabalhava lá e fez questão de os conduzir até o restaurante.

Foi abrindo a porta para a família, e os direcionando para uma mesa especial. Levando em conta que Ana usa uma cadeira de rodas para se locomover.

Ela conta que ficou encantada com a boa vontade do rapaz, cujo nome é Clinton, e que sua proatividade se mostrava em cada pequena atitude tomada, como a localização da mesa escolhida, o cuidado com o manuseio da cadeira de rodas e a rapidez no atendimento prestado.

Além disso, Clinton disse que ficaria na fila de pedido ao invés da família, de modo que eles poderiam comemorar com Ana sem a necessidade de ficarem esperando em pé.

“Esse rapaz era muito simpático, [logo] começou a conversar comigo e quando soube que era meu aniversário, me parabenizou e perguntou se ele poderia dar um presente para mim, se eu aceitaria; disse que sim e ele foi para a cozinha e logo depois voltou com um cardápio, se abaixou na minha altura e disse: escolhe um desses sorvetes, eu vou te dar de aniversário,” relembra Ana Clara.

A aniversariante conta que se sentiu “super feliz e sem jeito” pela gentileza de Clinton e que definitivamente não é “todo dia que encontramos pessoas com tamanha empatia”.

Ela então escolheu o sabor, e instantes depois, ele voltou com um sorvete numa mão e uma cartinha na outra.

Na cartinha improvisada em formato de coração, Clinton escreveu: “Ana, o essencial é invisível aos olhos, portanto as coisas mais bonitas da vida não se vê, mas se sente.”

Tocada pela sensibilidade do rapaz, Ana Clara disse que seus olhos “se encheram de lágrimas” ao ler a mensagem.

Ela pediu para tirar uma foto ao lado de Clinton, que prontamente atendeu ao pedido.

Por fim, Ana tirou uma foto com o celular do rapaz, para que “ele jamais se esqueça de mim, como nunca me esquecerei dele”.

Ana Clara conclui seu post dizendo que escreveu o texto “para que todo mundo saiba que ainda existem pessoas de bem, com um coração gigante e de uma empatia sem tamanho! Como ele mesmo escreveu para mim: O essencial é invisível aos olhos…”

O que poderia ser apenas mais um atendimento, de mais um cliente dentre tantos outros a passar pelo estabelecimento todos os dias, se transformou pela boa vontade e proatividade desse rapaz .

Esse atendimento personalizado, emocionante e sobretudo, humano, fez do dia dessa menina um dos melhores de sua vida e, certamente, de sua família também. Um aniversário especial, sem dúvida!

Como diz Ana Clara, “espero um dia encontrar muito mais ‘Clintons’ por aí…”

Loja de Açaí manda bilhetinhos carinhosos em delivery e muda a vida de cliente com depressão

Loja de Açaí manda bilhetinhos carinhosos em delivery e muda a vida de cliente com depressão

Quando você faz um pedido em um aplicativo de comida, você nunca imagina que vai ganhar alguma surpresinha, certo?! Mas e se você recebesse algo simplesmente inusitado?

Talvez você ignorasse ou talvez aquilo te faria sorrir de uma maneira inexplicável e foi assim para uma das clientes do Açaí Concept da Asa Norte, em Brasília.

A surpresinha não era algo assim tão simples no seu ponto de vista, era um bilhetinho que, para ela, veio de cheio de significado. Passando por uma depressão, seus olhos se abriram ao ler o conteúdo que vinha junto com um copo de Açaí.

Impressionada, ela não podia deixar de agradecer. Nas redes sociais, ela conseguiu deixar sua marca para o Açaí Concept:

Inspirados e tocados pelo que a mensagem pode fazer pela cliente, o estabelecimento teve uma ideia incrível para mais uma vez levar um pouco de paz ao coração dela.

Um mimo foi o que ela recebeu: bilhetes motivacionais para ajudá-la  no combate a depressão com, é claro, um pouco de açaí, ou melhor, com bastante açaí. Durante 10 dias, a cliente receberia uma cortesia. Isso realmente tocou a cliente que agora não deve largar nunca mais a Açaí Concept.

Motivação

Conversando com a loja sobre o caso, eles revelaram que são cerca de 60 copos que saem para a entrega no iFood por dia, aquele pedido até então, era só mais um dentre tantos.

Mas a ideia do bilhetinho começou após a gerente do local desenhar um coração em um copo para uma cliente. Com o tempo aquilo se transformou em bilhetinhos inspiracionais. “Começou pela gerente e foi bem aceita pelo dono e pelos funcionários…  depois disso, não podíamos deixar de mandar o “nosso charme” !”, contam.

E por mais que os motoboys façam cara feia na hora de esperar a realização dos bilhetes, como conta a loja, já faz parte do dia a dia de cada um dos funcionários.

O Açaí Concept também revela que a motivação para tudo isso é o carinho e retorno de seus clientes.

“Sabemos que muitos não são lidos. Somente jogam fora. Mas, se a cada 100 bilhetes a gente conseguir atingir positivamente um cliente, já valeu a pena pra gente. Vários clientes ligam pra loja para agradecer o nosso “charme”. Postam nos stories do Instagram… Já teve caso do cliente ir na loja pessoalmente só pra agradecer. Quem escreve os bilhetes são todos da nossa equipe. Dono, gerente e colaboradores. Fazemos com muita satisfação”, conta.

E a emoção foi grande ao receberem o relato da cliente com depressão. “Foi como uma injeção de ânimo para continuar nosso trabalho. A gente não vende só açaí. A gente oferece esperança. Amor. E isso não tem preço!”, ela revela.

E com o tema da depressão e do suicídio em alta, eles se sentiram no dever de proporcionar essa esperança que tanto tocou o coração da cliente. “Quando ela nos relatou que a sua vida teve um NORTE graças ao nosso bilhete, ficamos tão felizes, que toda a equipe pensou em como poderíamos retribuir tamanha satisfação e apreço. Resolvemos que faríamos uma espécie de acompanhamento com bilhetes motivadores relacionados à depressão, dando uma cortesia de açaí por dia durante dez dias. Ela curtiu demais a ideia. Estávamos receosos pela exposição dela, mas ela aceitou e se amarrou na ideia!!!”, disse.

Quando perguntados se esse tipo de ação é capaz de mudar a vida das pessoas, a Açaí Concept não hesita em responder: “100%!”.

A ideia do bilhete virou uma regra que trouxe expectativa para os clientes. Todos querem saber qual será o próximo tema, o que estará escrito e em como aquilo os fará sorrir.

“Melhoramos não só as pessoas com os nossos bilhetes, mas o mundo, fazendo a nossa parte. Pouco a pouco, plantando, iremos colher pessoas menos egoístas e mais amorosas.Além disso, o próprio Ifood entrou em contato com o dono do Açaí Concept Asa Norte para parabenizar a ideia dos bilhetes. É muito gratificante tudo isso. Estamos tentando ser a diferença que queremos ver no mundo”, conta.

Quando a gente menos espera, um atendimento como esse acaba mudando nossa forma de ver e viver a nossa vida. Foi assim para essa cliente. E tudo o que foi necessário para ela ter um olhar mais positivo foi receber um mimo da loja. Isso realmente é capaz de mudar o mundo, não concorda?!