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Atendente de telemarketing paga conta de energia de ONG de defesa da criança e do adolescente

Atendente de telemarketing paga conta de energia de ONG de defesa da criança e do adolescente

A atendente de telemarketing Larissa Liporte, de 20 anos, moradora de Ferraz de Vasconcelos (SP), publicou recentemente um relato de uma boa ação que fez para um cliente enquanto estava em serviço. O post foi compartilhado em um grupo do Facebook e acabou viralizando.

Ela começa seu relato perguntando se alguma outra pessoa já “fez alguma boa ação para um cliente em necessidade” e “qual foi a sensação de saber que estava sendo útil” de alguma forma para ele.

No seu depoimento, ela diz que começou a trabalhar com telemarketing aos 17 anos, ganhando R$ 500 por mês de salário. Sua função era realizar cobranças de energia de clientes devedores.

Certa vez, ela precisou cobrar um rapaz que devia R$ 75 de uma fatura atrasada há duas semanas. Larissa fez todo um processo de abordagem junto ao cliente e perguntou por qual motivo a conta estava atrasada.

“Ele disse: ‘moça, juro pra você que estou tentando conseguir esse dinheiro. A conta está no meu nome, mas aqui é uma ONG [em defesa] de crianças e adolescentes que acabamos de abrir, e contamos com a ajuda de doações dos moradores do bairro para nos mantermos. O problema é que não consegui juntar dinheiro o suficiente ainda’. Fiquei muito triste ao ouvir aquilo”, relembra Larissa.

O rapaz então teve a ideia de apresentar o projeto junto à agência e tentar angariar algum desconto ou parceria, ao que a atendente consentiu, dizendo que poderia ser uma boa ideia.

De toda forma, o homem ficou bastante chateado por não ter conseguido pagar a fatura e evitar o corte de luz, afirmando que assim que juntasse a quantia, realizaria o pagamento.

Sensibilizada pela situação do rapaz, Larissa teve uma ideia. “Eu tinha recebido meu salário três dias antes, já tinha pago minhas contas e sobrou um pouco de dinheiro. Então, decidi pagar a conta dele mandando o boleto de cobrança para o meu e-mail e realizando o pagamento da fatura com meus recursos.”

O cliente entrou em contato dias depois perguntando porque a energia havia voltado para as instalações da ONG, uma vez que ele não havia pagado a conta atrasada. Além do mais, não tinha conseguido desconto, nem parceria com a agência cobradora.

“Ele ficou super feliz, disse que era um milagre de Deus a conta dele estar paga – nunca esperava que alguém fizesse isso por ele,” conta a atendente.

Larissa não pagou a conta do rapaz apenas uma vez. Foram várias vezes, ao longo de meses. “Acompanhava os dados dele mensalmente, e toda vez que ocorria um atraso no pagamento, eu ia lá e pagava a fatura da ONG.”

Uma vez, muito agradecido, o cliente disse à ela numa ligação: “Não sei quem pagou, mas sou muito grato e quero que Deus dê em dobro!”

“Nessa hora eu fui às lágrimas,” disse a jovem.

Por meses, a atendente de telemarketing bancou a energia da ONG de defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, sem jamais conhecer pessoalmente o rapaz que atendia, tampouco as atividades que ele exercia na entidade, ou sequer se ela realmente existia. Ou seja, um ato de gentileza e compaixão com o próximo em que não cobrou nada em troca, nem reconhecimento pela ajuda e nem prestação de contas. Um gesto puro e absolutamente complacente.

“Paguei as contas da ONG até eventualmente ser demitida, cerca de um ano depois,” disse Larissa. Para ela, valeu a pena. Ela deseja apenas uma coisa: poder um dia conhecer a ONG que tanto ajudou.


Com risco de perder casamento após voo cancelado, noiva é surpreendida por outra companhia aérea e embarca a tempo

Com risco de perder casamento após voo cancelado, noiva é surpreendida por outra companhia aérea e embarca a tempo

Gabriela Lopes Silveira, de 19 anos, não podia ter ficado mais ansiosa e preocupada ao chegar no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, as 6h30 da manhã e descobrir que seu voo da Avianca havia sido cancelado. O único problema era que seu casamento aconteceria no dia seguinte, na quinta-feira, e ela não podia acreditar que tudo aquilo estava acontecendo. Seu noivo estava à sua espera para uma cerimônia à beira-mar às 9h da manhã.

“Já estão em Recife, para o casamento, meus pais, primos, avô e avó. Só eu que não. Estamos organizando tudo há  um ano. Alugamos o espaço para o casamento, contratamos festa, buffet, decoração, fotógrafo. Se eu não chegar a tempo, vou ter de cancelar tudo”, disse a jovem

Porém, talvez não estivesse tudo perdido afinal de contas. Depois do ocorrido, a companhia aérea Gol resolveu falar com a jovem, garantindo a ela um assento no voo para São Paulo, de onde iria para Recife, num voo às 21h35min. “Vim antes com medo de que desse tudo isso aí. Mas acabou que, pela graça de Deus, vai dar tudo certo!”, disse ela.

Gabriela conheceu seu noivo, Felipe dos Santos há dois anos e, por incrível que pareça, ela estava em Recife até então, mas teve que voltar para pegar seus pertences, uma vez que estava se mudando para o Nordeste, incluindo seu vestido e sapatos para a cerimônia.

Sua chegada a Recife aconteceu apenas oito horas antes da cerimônia, mas a noiva, apesar de tudo isso, não pareceu estar mais tão preocupada. Com um semblante sereno ela teve a certeza de que agora tudo daria certo. “Rapaz, meu noivo tá mais nervoso do que eu!”, é o que contou Gabriela.

Feliz e realizada, a noiva entrou na área de embarque e acenou contente para a reportagem e supervisão da Gol e, mesmo ainda estando relativamente longe do noivo, toda a tensão de antes já havia sumido. E não é que tudo deu certo mesmo?! Parece que a companhia aérea realmente conseguiu realizar os sonhos desse casal tão incrível.


Funcionário de restaurante faz ‘quentinha’ de graça para mãe com filho autista que não se alimentava há dias

Funcionário de restaurante faz ‘quentinha’ de graça para mãe com filho autista que não se alimentava há dias

A estudante universitária Deborah Figueiredo, de 30 anos, levou o filho Antônio, de 7, que é autista, para um tratamento experimental oferecido por uma clínica em Florianópolis, Santa Catarina.

O tratamento consiste em melhorar o foco e a atenção de indivíduos com o Transtorno do Espectro Autista, além de reduzir o nível de estresse e ansiedade através de sons de baixa frequência e vibrações induzidas.

Mãe e filho moram no Rio de Janeiro e tiveram que fazer uma longa viagem até a capital paranaense. Deborah conta que a mudança brusca de rotina, mesmo que por poucos dias, não foi fácil para Antônio. “Para um autista, sair da rotina é muito difícil. Uma coisa simples como uma viagem mesmo para perto, desorganiza o autista internamente, e ele sofre com extrema ansiedade.”

Antônio tem seletividade alimentar, e como eles estavam longe de casa, sua mãe não conseguiria fazer a comidinha de sempre, na qual o garoto está acostumado.

Ela o levou em diversos restaurantes na esperança de que o filho gostasse de alguma coisa, e se alimentasse bem. “Tentei dar de tudo pra ele, fomos ao shopping, em restaurantes com buffet a quilo, crente de que ele eventualmente aceitaria comer alguma coisa; eram vários pratos que iam direto para o lixo porque ele não queria nada… Já estava começando a ficar sem dinheiro,” relata Déborah.

Na última tentativa do dia, eles foram ao Restaurante Samuara, no Floripa Shopping. A mãe colocou macarrão com feijão no prato e, desta vez, Antônio finalmente comeu tudo – limpou o prato e ainda queria mais, faminto, pois não comia direito há dias.

Como estava tarde, toda a comida do buffet havia sido recolhida, de modo que Déborah não conseguiria colocar mais. Foi quando um funcionário surgiu da cozinha e percebeu seu desespero pelo macarrão e feijão recolhido. Sensível ao problema, ele voltou à cozinha, e preparou uma ‘quentinha’ enorme para Antônio.

“O funcionário viu que minha situação estava crítica. Não era pela questão financeira em si. Graças a Deus não passamos necessidades. Mas a situação de desespero de tentar de tudo, seu filho não comer, porque está tudo diferente, ele está angustiado, você acaba ficando angustiada também, mas quer pelo menos que seu filho se alimente bem! Ele estava muito atordoado pela quebra de rotina, estava inflexível, estressado, ansioso… tentei de tudo ali na praça de alimentação,” desabafa.

Após preparar a marmita, Christian, o rapaz da cozinha, afirmou à Déborah que ela não precisava pesar, e nem pagar pela comida.

“[Você] não imagina minha felicidade nessa hora. São coisas que parecem bobas, mas esse olhar humano, essa empatia e gentileza, pra gente que é mãe de autista e luta tantas batalhas no dia a dia… cada gentileza dessa vem como um abraço, é um alívio.”

No dia seguinte, Déborah alugou uma casa que dava para cozinhar, e ela pôde preparar o prato favorito do filho: abobrinha com quiabo. “Autistas têm questões sérias de seletividade alimentar. Por isso estar fora de casa, onde não encontra exatamente o que come todos os dias, separado da mesma forma no prato, pode virar um caos.”

Com a possibilidade de cozinhar, a questão da alimentação de Christian foi resolvida até o final do tratamento.

No último dia em Florianópolis, mãe e filho retornaram ao Restaurante Samuara e lá estava Christian para atendê-los uma vez mais. “Um amor de pessoa, compreensivo e gentil, de novo nos deixou a vontade para fazer o prato e adivinhem, disse que nem precisava pagar… assim, a troco de nada, ele apenas viu que eu estava precisando de ajuda, e ajudou da maneira que podia.”

Déborah não tem dúvidas de que ‘tropeçou’ em um sujeito que lhe dá razões para acreditar na vida. Aqueles indivíduos que ajudam sem querer nada em troca, são proativos, fazem tudo de boa vontade, em gestos de puro carinho e empatia. “Quem é mãe de uma criança com necessidades especiais sabe que tudo é mais difícil.  É mais conveniente nos julgar, achar que se trata apenas de uma criança birrenta e pais falhos. Mas aí me deparo com alguém disposto a ajudar de boa vontade. É muito gratificante.”

Essa foi uma das poucas vezes que alguém de fora, ao invés de lançar esse olhar que já estamos acostumados, lançou foi uma mão amiga, um apoio. Quem dera fosse sempre assim. Muito obrigado ao Christian por sua gentileza e sensibilidade.” concluiu Déborah.

Por mais pessoas assim no mundo!

Jovem ‘rainha’ reclama de pedido atrasado e empresa brinca com ‘vossa majestade’ em chat divertido

Jovem ‘rainha’ reclama de pedido atrasado e empresa brinca com ‘vossa majestade’ em chat divertido

Giovanna não pensava que seu pedido fosse demorar tanto quando resolveu fazê-lo pelo aplicativo Shipp, responsável por diversos tipos de entregas tanto comida como pet shop, livraria, etc. Mas assim que percebeu o atraso, resolveu entrar no chat do aplicativo para entender o que estava acontecendo. Só não imaginava que ao escolher um nome para entrar no chat geraria tamanha repercussão. ‘Rainha Giovanna’ foi o escolhido, e que acabou virando uma grande brincadeira.

A intenção era descobrir por que seu pedido do KFC ainda não havia chegado e, segundo ‘Hugo’, que também utilizou um outro nome para se identificar no chat, o restaurante já havia fechado. Mas isso não foi um grande problema.

Eduardo, seu nome verdadeiro, analista de experiência do cliente da Shipp, entrou na brincadeira da ‘rainha’ e conforme conversavam sobre a realização de um novo pedido em outro restaurante, ele mesmo reclamou da ‘plebe’ citada por Giovanna como um grande problema.

Conversa vai conversa vem, Eduardo conseguiu atendê-la com maestria, ajudando-a ter um X-Bacon alguns minutos depois.

Segundo ele, tudo aconteceu de forma natural. “Como já estava tarde e ela já tinha esperado um tempo, resolvi conversar e entender com ela se ela iria querer outro pedido”, revelou Eduardo. “Por conta do nome que ela escolheu, arrisquei começar a brincadeira, mesmo com aquela situação ruim rolando”.

Assim, ele se orgulha em dizer que a empresa tenta sempre que possível fazer um atendimento descontraído, levando a conversa como se fosse um amigo.

Na experiência de Eduardo, Giovanna levou super na boa o jeito que foi tratada, o que não acontece com todos os clientes, é claro. “Ela ficou bem feliz, mas talvez uma outra pessoa ficasse chateada, mas isso dá pra perceber logo nas primeiras mensagens. Tem que cliente que dá abertura”, conta.

Assim, ele se manteve a disposição para ajudá-la, brincando na medida do possível em relação a seus súditos e ao rei, companheiro da rainha Giovanna, no caso. Enquanto a brincadeira rolava, ele continuava procurando algum restaurante que pudesse fazer o pedido que ela queria.

E uma coisa é certa: se eles simplesmente tivessem cancelado o pedido sem dar nenhum tipo de satisfação, a cliente que já estava cansada ficaria de fato chateada, o que poderia fazer com que eles perdessem alguns pontos.

Mas felizmente, Eduardo estava lá para atender de uma forma totalmente inusitada, o que trouxe um dinamismo diferente para a situação chata. E o mais louco de tudo é que geralmente ele não fica responsável pelo chat, pois cuida da resolução de problemas que não são resolvidos na hora, reclame aqui, etc. Porém, foi realmente ótimo que ele decidiu ajudar naquele dia, não?!

A Shipp Delivery nasceu em Vitória, no final de 2017, e entrega desde comida até farmácia, pet shop, entre outros. Hoje eles estão não só em Vitória, mas também em Vila Velha, Niterói, ABC e São Paulo.


Amante dos animais ganha bordado de seu cachorrinho falecido em lindo gesto de atendimento humanizado

Amante dos animais ganha bordado de seu cachorrinho falecido em lindo gesto de atendimento humanizado

Julia Bobrow e Rosana (dona da loja Mantiqueira Studio) talvez não sejam como as outras pessoas. Apaixonada por animais, Júlia revelou à nossa redação que foi com a perda de uma cachorrinha de sua infância, aos 18 anos de idade, que percebeu a importância de fazer um bichinho feliz.

 “Me dei conta que eu queria fazer outros cães tão felizes como foi minha Honey. Que era mais importante a felicidade deles do que a minha tristeza na hora da despedida”, disse. E assim, sua mudança de vida começou. Adotou um vira-latinha chamado Romeu que, segundo Julia, ainda vive com sua mãe, se tornou vegetariana e começou a resgatar animais, reabilitar, castrar e colocar para adoção. “Me envolvi no resgate do Pinheirinho, do Instituto Royal, dos porcos do Rodoanel, já resgatei urubu, gambá, pomba… Enfim, amo todos os animais e acredito que a vida deles é tão valiosa quanto a nossa”, revela.

Não é à toa que, decidida a fazer com que todos os animaizinhos tivessem a chance de ter amor e carinho na vida, ela resolveu adotar um cachorrinho idoso, o qual apelidou de Seu Noronha. Agora você faz parte da família”, revela. E não é que em pouco tempo o amigo virou um completo grude e ainda o total xodó em seu Instagram?! Todas as pessoas o conheciam por lá e parece que foi assim que Júlia recebeu um atendimento totalmente humanizado por parte de Rosana.

Quando o dia tão temido chegou, Júlia sentiu bastante a perda do cachorrinho aos 18 anos de idade após um tumor no cérebro e encontrou um certo alívio na ação extremamente especial de Rosana, que eterniza os animaizinhos criando bordados e, metade do dinheiro que ganha com eles, é revertido para ajudar animais abandonados.

Para Júlia, Rosana criou e deu de presente junto a uma cartinha, explicando seu propósito e ainda oferecendo sua ajuda no momento difícil.

 “Ela sentiu a minha dor e tentou aliviá-la de alguma forma. Tentou me mostrar que eu não estava sozinha sentindo a partida do Seu Noronha. Foi muito emocionante. Desejo do fundo do meu coração que o projeto dela tenha muito sucesso”, disse.

E aparentemente o negócio está indo muito bem, obrigado, com diversas fotos de diferentes bordados que ela já realizou para donos de bichinhos de todos os lugares. Visite seu instagram aqui para conhecer mais do projeto (https://www.instagram.com/mantiqueirastudio/?hl=pt-br)

Agora, Júlia tenta ao máximo conscientizar as pessoas da importância em ajudar cachorrinhos idosos (assim como Rosana) que, geralmente sofrem preconceito por pessoas que procuram sempre por filhotes.

Enquanto isso, os mais velhos permanecem praticamente a vida toda em ONGs, sem chances de ganhar uma família. “Eu me sinto extremamente agradecida por ter a chance de fazer um animal que passaria por essa vida sem ter contato com o amor, conhecer o amor”, é o que ela se orgulha em dizer.

E Rosana, como ela, promete continuar com seu belo trabalho, vendendo seus lindos bordados ajudando não só os cãezinhos, mas trazendo também uma alegria a seus donos. E quem diria que um idosinho como o Seu Noronha de Júlia ganharia, assim, um bordado tão especial? São atendimentos como esse que mudam nosso dia a dia, não é mesmo?!

Júlia ainda quis compartilhar com todos uma cartinha especial que fez para Seu Noronha quando o perdeu; você pode lê-la aqui (https://www.instagram.com/p/BtROeecFg6k/)


Cliente que esperou 4 horas por pedido de delivery recebe frango à milanesa de atendente da Nubank

Cliente que esperou 4 horas por pedido de delivery recebe frango à milanesa de atendente da Nubank

A Cláudia não esperava ser uma dessas pessoas que recebem atendimentos diferenciados e surpreendentes como as histórias que contamos aqui. Mas quando seu frango a milanesa atrasou mais de duas horas e ela teve que cancelar o pedido, percebeu que seria surpreendida por um atendente um tanto quanto diferente.

”Eu não sabia mais o que fazer. Já tava com quase 3 horas de atraso. Ah, vou tentar entrar em contato com a Nubank para cancelar a compra”, foi o que ela pensou na hora.

Afinal, com seu cupom de desconto inserido pelo aplicativo de entrega de comida, a confeiteira esperava conseguir, pelo menos, o tal cancelamento já que não veria seu frango tão cedo. “O rapaz que me atendeu, o Matheus, ele foi muito simpático e descontraído na conversa. Ele falou ‘poxa, que droga, você tá sem almoço até agora. O que foi isso?’ E ai ele brincou e perguntou o que eu tinha pedido de comida. E aí eu falei, ainda brinquei ‘ai, é gordice. Eu pedi um frango à milanesa com batata frita”, revelou.

Em seguida, Matheus teria explicado todo o procedimento, no qual Cláudia deveria esperar 48 horas até o retorno para saber se o aplicativo de entrega daria ou não o retorno em relação a compra e ao estorno do cartão de crédito. Assim, ela deveria documentar tudo, porque se nesse período não houvesse retorno, a cliente conseguiria o estorno.

Logo, foi exatamente isso que Cláudia fez: esperou o período relatado pelo atendente, mas naquele mesmo dia, às 19h30 da noite, ela atendeu o telefone e, para sua surpresa, lá estava Matheus do Nubank novamente. O que ele queria saber era apenas se ela teria conseguido almoçar naquele dia depois do transtorno que passou.

A cliente ainda brincou que havia comido um arroz com ovo e ele reagiu: “‘vou fazer o seguinte então: vou mandar para você aí um frango à milanesa com batatas fritas para pelo menos você ter um jantar legal’’, como contou Cláudia. Achando que tudo aquilo não passava de uma brincadeira, ela nem se entusiasmou muito, mas ao brincar com ele a respeito, Matheus apenas disse: “É sério. Daqui a pouco vai chegar aí para você’’. “Ele pediu pra eu confirmar meu endereço e falou ‘daqui a pouco vai chegar ai pra você um frango esperto ai bem gostoso com batata frita. Ele ainda perguntou ‘o que você quer beber? Quer um refrigerante?’ Eu falei ‘eu não bebo refrigerante, pode ser um mate?’, eu ainda brinquei. Ele falou ‘claro. Então tá bom, tá ótimo, curte ai seu jantar’, contou Cláudia sem grandes expectativas.

Porém, uma hora depois lá estava seu pedido: um frango à milanesa com batatas fritas, feijão, arroz, farofa e tudo que tem direito. Dá para acreditar? “Fiquei, lógico, feliz da vida. Muito surpresa. Eu acho que eu ganhei o dia assim, né, porque é muito difícil alguém que você nunca viu na vida ter uma atitude dessa, principalmente uma empresa, né . Uma empresa de um porte tão grande quanto a Nubank ter uma atitude dessa. Então assim, realmente eu fiquei muito amarradona”, conta a cliente.


Para ela, nós temos o costume de reclamar sempre de péssimos atendimentos, falta de educação, etc., mas é realmente muito raro elogiarmos quando recebemos um atendimento realmente diferenciado e especial como foi o caso dela. Por isso, Cláudia resolveu contar o ocorrido nas redes sociais para relatar sobre o que vivenciou com a Nubank.

Em relação ao seu almoço, o pedido foi chegar lá pelo período da tarde, umas quatro horas depois da realização do mesmo e o que Cláudia fez foi mandar a comida de volta, recusando-se a recebê-la. O aplicativo de entrega chegou a contatá-la e entendeu sua reação de recusar o pedido, porém não voltou a entrar em contato sobre cancelamento ou outro tipo de atitude em relação ao acontecimento.

Nessa disputa pelo coração da Cláudia, já sabemos quem ganhou, não é mesmo?