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“Eles foram extremamente atenciosos e solícitos. Me dedicaram tempo e até ouviram o José explicando como queria o sorvete. 
Eu fiquei paralisada porque não esperava isso.
Chegando lá, o Gabriel ficava perguntando para o pai dele se podia mesmo tomar o sorvete e se não passaria mal. Nem ele acreditou!”

É de partir o coração de uma mãe ver o filho querer comer algo que não pode. A Rosely Maria era a mãe mais feliz do mundo quando seu filho, José Gabriel, 5 anos, devorou um delicioso sorvete de chocolate feito sem leite.

Gabriel tem alergia à proteína do leite de vaca, mais conhecida como APLV. Não é alergia à lactose. Nem produtos zero lactose ele pode comer. Rosely contou em um post no seu perfil Facebook que o filho estava com a boca salivando por um sorvete de bola.

“Há dias ele me pede sorvete de bola. Explicava com desenhos como ele queria, explicava em palavras e disse que a boquinha dele sentia vontade. Acho que ele salivava e não sabia explicar”, escreveu ela.

O menino não queria sorvete caseiro, mas um igual ao da sorveteria que fica perto da sua casa, em Itápolis, interior de São Paulo. Rosely levou o filho para tomar picolé sem leite. Gabriel tomou, mas disse que não era o que ele queria.

“Descobrimos a alergia tarde. Ele já tinha conhecido ‘o que é bom’. O Gabriel ama catupiry e chantilly. Eu faço o chantilly em casa, mas ainda não consegui um substituto para o catupiry. Teve um aniversário em que ele ficou ‘amoado’ no canto. O bolo ‘era muito bonito e parecia muito gostoso'”, diz Rosely em conversa com a redação.

Eles foram a um mercado e Gabriel ficou ‘pendurado’ no freezer de sorvete pedindo para Rosely ler os rótulos para saber se tinha leite. O pequeno só aceitou o de frutas porque a vontade de tomar sorvete era muito grande.

“Meu coração ficou partido, fomos até a sorveteria ITABOM, do Maison (que não nos conhece), e expliquei a esposa dele. Podia ser só a casquinha com cobertura, pedi como fazia o sorvete, conversamos muito.

Eles foram extremamente atenciosos e solícitos. Me dedicaram tempo e até ouviram o José explicando como queria o sorvete. Eram 20:10h.”

O dono da sorveteria olhou nos olhos de Rosely e disse que faria um sorvete de chocolate a base de água para Gabriel. Eles voltaram para casa pra dar o tempo de Mailson preparar o sorvete. Gabriel estava ansioso, olhava para o relógio de minuto em minuto.

Eu fiquei paralisada porque não esperava isso. Fui lá para perguntar como eles faziam o sorvete [sem leite] pra de repente comprar um pote inteiro. Quando o Mailson se ofereceu para fazer o sorvete pensei em recusar, para não dar esse trabalho pra ele. Mas, o Gabriel queria muito, então eu aceitei.”

 

 

Até que deu a hora que Mailson tinha pedido para eles voltarem à sorveteria. “Chegando lá, o Gabriel ficava perguntando para o pai dele se podia mesmo tomar o sorvete e se não passaria mal. Nem ele acreditou!”, lembra Rosely.

Finalmente, Gabriel tomou o tão sonhado sorvete de chocolate com calda caindo pelas beiradas, do jeitinho que ele queria. 😋

O dono da sorveteria ainda deu dois potes do sorvete especial para Gabriel tomar sempre que quiser, na própria sorveteria. Rosely vai com o filho e Mailson monta o sorvete para o menino na hora.

 

 

 

E tem mais: depois que a mãe fez o post, apareceram outros pais de crianças com alergia à proteína do leite interessadoss no sorvete. Mailson decidiu que oferecerá o sorvete uma vez por semana. Falta apenas selecionar os sabores que os pequenos mais gostam.

Um atendimento tão sincero e cheio de carinho faz diferença com certeza na percepção do consumidor a respeito da empresa!

Quem é que aguenta essa carinha de felicidade? 


*Crédito das fotos: Reprodução/Facebook Rosely Maria

 

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