O líder que se importa e não trata sua equipe como folha de pagamento

Quem nunca teve aquele chefe que deixou bem claro que você era um degrau para a subida dele, e que “se você não quisesse, tinha mais 10 querendo o seu emprego”. É uma realidade, que muitos profissionais já passaram por isso, se sentindo como se fossem apenas números.


Isso é desmotivador tanto para a vida profissional, quanto para a vida pessoal, porque não há como separar uma da outra, isso é um fato. Ninguém quer um profissional desmotivado na sua empresa, mas peraí, será que não foi a própria empresa que gerou essa desmotivação? Como culpabilizar o profissional por isso, por uma situação causada por ela mesmo?


A liderança tem um papel tão fundamental nisso, que pode reverter esse tipo de situação conseguindo equilibrar os resultados esperados e a empatia pelo ser humano (colaborador) responsável por eles.


Uma equipe liderada pela humanização, demonstra muito mais satisfação e motivação em colaborar para alcançar os resultados, até porque, ela o fará com vontade e desejo de que a empresa cresça e evolua. Esse também será seu objetivo, pois é o local de trabalho onde ela se sente valorizada e tratada com respeito.


Esse “sentimento de gratidão” de um colaborador que tem seus valor reconhecido no local de trabalho gera um engajamento maior nas causas e projetos da empresa, e é espontâneo.


Falei acima que a liderança tem um papel fundamental na valorização desse profissional como ser humano, mas o que também é importante ressaltar, é que uma liderança também pode destruir um time. Se o líder não tiver uma visão humanizada de seus liderados, ele será como um “sanguessuga”. Sugará toda energia, vitalidade e saúde tanto física quanto emocional de seu time, gerando profissionais apáticos, desmotivados e o que é muito pior, doentes.


É papel da liderança trabalhar para estimular seus colaboradores, contribuindo com a sinergia entre eles, e assim construindo um ambiente de desenvolvimento saudável para todos.