Quero ser uma Startup!

Algumas empresas já conseguiram entender a realidade, que a nova geração está buscando propósito, flexibilidade e qualidade de vida.


Os novos, não querem mais seguir os passos dos pais, trabalharem 10, 12, 14 horas por dia, viver estressado e ainda serem só um número na folha de pagamento.


Essa geração que é muito conectada, está bem atenta às inovações do mercado, o que as empresas tem feito e como se posicionam. E se eles não acharem digno ou justo, lá vem boicote e tchau reputação.


As empresas que estão acompanhando a evolução e já entenderam a necessidade dos novos profissionais do mercado, estão na busca de reestruturar suas empresas para recebe-los. Afinal, é uma geração talentosa, inquieta que não nunca está satisfeita, quer sempre mais e busca mais. Ela veio para dar um basta mesmo nas relações atuais de trabalho.
Para se adequar a esse mundo, tem empresas que criam ambientes realmente encantadores! Área de descanso com puffs, cervejas e snacks durante o expediente, locais que o colaborador pode personalizar (como a sua própria mesa), games, a informalidade nas roupas… parece tudo muito maravilhoso.


Mas e como são as pessoas que trabalham nesse local? Houve uma preocupação em pensar na experiência delas e o que realmente querem/gostam?


Não adianta copiar o que o mercado faz de mais inusitado em suas startups, se não é o que realmente seu time gostaria de experienciar. A experiência não deve ser focada em mostrar ao mundo, deve ser focada no que é melhor para quem vai vivenciá-la.


A integridade de uma marca começa por ai, o que você mostra ao mundo mas não age de acordo. Seu discurso tem verdade? Você se preocupa com a experiência dos profissionais ou só quer mostrar lá fora que se preocupa?


Empresas que conseguem encontrar o equilíbrio entre a flexibilidade, inovação e a identidade real da empresa, são as que realmente mostram mais sucesso, tanto em seus resultados como nas pessoas que ali trabalham. Pois é autêntico, real. E quando é real ganha visibilidade sozinho.